quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Partido

Existe em mim essa absoluta incapacidade de despedida, de deixar ir, de partir. Faço questão dos amigos por perto. Sou um cara que gosta do ser humano e de viver em harmonia. 
Acontece que, com o passar do tempo, alguns amigos começam a partir e isso dói. Por mais que eu saiba que a vida é essa eterna plataforma de chegadas e partidas, ainda não me acostumei.
Que os amigos que chegam sejam em maior número que os que partem e aqueles que, por opção ou não, saibam que levam um pedaço de mim a cada partida.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Um pouco sobre mim

Eu, Renato D., nem drogado muito menos prostituído. Apesar que existe uma droga à qual sou viciado, lícita, mas tem gente que considera droga, açúcar. Não consigo passar sem doce. Pode ser chocolate, pudim, sorvete, mas tem que ter açúcar. 
Depois de velho resolvi me aventurar na cozinha. Antes eu não cozinhava por falta de necessidade. Primeiro minha mãe e posteriormente minha ex-mulher tomavam conta do fogão, não tinha oportunidade, então fui deixando isso pra lá. 
Confesso que nem é tão difícil assim. Com esse boom de programas culinários, acaba por despertar na gente, esse desejo de se arriscar, de tentar. Na TV tudo parece muito simples. E também com essa porção de sites de receita...
Por conta do vicio citado acima eu acabei me "especializando" em fazer doces. O curioso é que ouço diversas pessoas relatando ser essa a seara (nada a ver com merchan) mais complexa. Faço porque gosto, só isso. Comecei fazendo lasanha. Fazia porções individuais para levar para almoçar no trabalho. Houve uma época de empolgação onde cheguei a levar três (isso mesmo) três vezes por semana!!! Minha silhueta roliça não me permite mais tal desbunde.
Continuo fazendo minhas massas. Porém, adicionei ao meu repertório de doces, alguns mais sofisticados. Aprendi a fazer pavês, cheesecakes, tiramissú e até bolos.
Vai um docinho aí?